segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Casamento - Jason Mraz - "I won't give up" Legendado

Queridos,

O casamento é uma instituição de Deus feito como a finalidade de responder a solidão humana e tornar o Ser Humano alguém ainda mais realizado. Entretanto, do outro lado satanás tem distorcido a união ao propor valores superficiais e egoístas dentro do matrimonio.

O ponto chave que devemos entender é que devemos ajustar nossos relacionamentos aos valores de Deus e não ao nosso desejo. É questão de lógica. O desejo humano é limitado e passageiro, voltado a satisfação pessoal. Enquanto os valores de Deus são eternos e voltado a não buscar o próprio interesse. Pela proposta de ambos, obedecer a Deus é mais sensato.

Para ajudar, eu sugiro a musica do Jason Mraz e tbem o texto fundamentado nas Escrituras que ensinam 77 decisões importantes sobre o casamento. (http://solascriptura-tt.org/VidaDosCrentes/VidaAmorosa/77DecisoesImportantesCasamentoLuzBiblia-KleneaC.htm)

Deus abençoe


O poder do Perdão - Mãe perdoa o assassino do próprio filho

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Não saia em Crise, saia em Cristo.

Muitos propósitos há no coração do homem, porém o conselho do SENHOR permanecerá. Provérbios 19:21

Quando sei que estou certo? Que fato me leva a crer que estou caminhando para a a vontade de Deus? O que me leva a ver que estou caminhando para a direção do Espírito e não sendo ludibriado pelo meu coração?

Confesso que é difícil saber pra onde estou indo quando do outro lado você vê pessoas de boa reputação caminhando e agindo no sentido oposto daquilo que você entendeu como direção que a Bíblia nos ensina.

Em números 16, a Bíblia relata sobre Datã, Corá e Abirão, príncipes de Israel que seduziram mais 250 príncipes e o povo contra Moisés. A Bíblia relata que estes príncipes eram homens de boa reputação, consagrados e que Deus estava no meio deles, dando uma impressão de que eles eram importantes na nação. Imagine 253 pessoas sérias e consagradas, se levantando contra duas pessoas. De que lado o povo vai ficar? Não tenha dúvida, ficaram com a maioria. Só que nesta passagem específica, Moisés estava certo, mesmo não tendo o apoio dos líderes e do povo.

Existem situações que às vezes o aparente certo é aquilo que maioria apoia, ou até mesmo aquele cujo o representante parece ser o mais capacitado pela ótica do conhecimento e da escolha humana. Só que no padrão bíblico, o certo é aquele que Deus diz que é. Foi assim com Moisés. Foi assim com Jesus. E será assim todo tempo que envolver a vontade de Deus. A última resposta vem de Deus.

Percebo que a crise é um pouco assim, passamos a procurar o lado mais fácil, mais lógico, onde maioria apoia, mas na ótica de Deus, a crise é uma plataforma de crescimento  que precisamos enfrentar os espinhos e perseverar.

Existem muitos que acreditam que as crises são uma grande oportunidade para filtrarmos o caráter dos envolvidos e também  para encontrarmos soluções. Nas crises, Eu me inspiro em Moisés que em tempo de crise deixou que Deus resolvesse. 

Um último conselho é você pensar que em tempo de crise sempre existe muita coisa em jogo, portanto, o melhor opção é orar a Deus e pedir socorro. Conversar com pessoas equilibradas e sólidas e tentar praticar a máxima de nunca sair em Crise, mas sempre sair em Cristo.

domingo, 9 de junho de 2013

O único Julgamento permitido é o de si mesmo!

Solitude: Examine a si mesmo
1 Pedro 4:17 Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?

Pedro advertia que se os grandes problemas e lutas são tão duros para os justos, então imagine o quão duro será o final daqueles que vivem tendo o prazer no pecado. Se Pedro naquele tempo discernia que já era tempo de julgar pela casa de Deus, então qual o tipo de julgamento que devemos fazer? Pelas escrituras, o julgamento é o auto-exame através do que diz em I Co 11.28ª “Examine-se, pois, o homem a si mesmo." Nota-se que o principal julgamento que devemos fazer é o de nós mesmos. A continuação deste texto diz que se examinássemos a nós mesmo, em nosso meio não existiriam tantas pessoas dormindo na fé. No verso 31 desta passagem o texto diz: Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.

Devemos tomar isto como referência. Olhar para dentro de nossa comunidade cristã e fazer o auto-exame. No momento de solitude, em reflexão perguntar: O que estamos vivendo testemunha Deus para a humanidade? O que a maioria dos cristãos tem praticado é o cristianismo ideal? Estas perguntas propõem como caminho para examinarmos a prática da vida de Cristo diante de nossas atitudes. Não estou propondo aqui o Jesus faria se estivesse em minha situação, mas o que Jesus fez enquanto é homem. Para sabermos o que Jesus fez é preciso estudar as Escrituras.

Pedro propôs a preparação continua para responder aqueles que pedirem a razão da esperança em nós.  I Pedro 3:15 “Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.” Em resumo: Santificando e se preparando para ser alguém que representa a Deus com temor e mansidão para qualquer um que pedir a razão da esperança que Jesus é em nós. Observou que a RESPOSTA da nossa confissão de fé está inteiramente relacionada com prática de santidade em nossa vida.

Por fim, o único julgamento permitido é o de si mesmo. E a nossa referência é Cristo, seguindo o caminho da Santidade. 

Deus abençoe a todos.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Os Pacificadores 2

“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais Ele concede o seu favor.” (Lucas 2:14)

Três pontos que quero destacar:
  • Glória a Deus nas Alturas. Deus não precisa de nos dar motivo para ser glorificado. Ele é o Ser supremo e auto-suficiente. Não precisa da pessoas para glorificá-lo, mas por sua extrema bondade, ele nos designou para louvor de sua Glória. Ao entendermos o princípio da Glorificação do nome de Deus estamos dando o primeiro passo para sermos pacificadores. O entendimento é esse: Isso glorifica a Cristo? - É a pergunta que devemos fazer.
  •  Apesar de Deus não precisar de motivo para ser Glorificado, ou seja, a Glorificação de Deus não tem méritos humanos, ainda assim Deus sempre nós dá muitos motivos para glorificá-lo. O texto diz: Ele concede o seu favor. Deus é gracioso numa profundidade inimaginável ao ponto de nos conceder o seu favor mesmo sem que a gente mereça. Isto é motivo de Glorificação.
  •  Paz na Terra aos homens. Só tem uma razão para existir Paz na terra dos homens segundo o Texto e o nome deste favor é Jesus, o Príncipe da Paz. Os anjos anunciam: Glorifiquem a Deus, pois a oportunidade de Paz de Verdade chegou até vocês. Quando estamos dizendo Paz de verdade, estamos lembrando a fala de Jesus que disse que Paz Dele é diferente da Paz do Mundo, entendendo que a Paz do mundo é uma paz mentirosa.

domingo, 2 de junho de 2013

Os Pacificadores

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;” Mateus 5:9

Direto ao ponto: Um texto que nos leva a ter uma compreensão simples desta passagem é 2 Coríntios 5:18-20 E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação; Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.

Embaixador da Reconciliação é o cargo de mais alta patente fora de nossa pátria. A função do embaixador de Deus na Terra é reconciliar os homens com Deus. Os pacificadores na Bíblia são aqueles que são reconciliados com Deus, que também abriram mão do direito de ofensa e por isso no que depende deles sempre terão paz com os homens. A função dos pacificadores é compartilhar o Evangelho da paz do Altíssimo para reconciliar outras pessoas com Deus.

São três pontos importantes
  1.  Reconciliar-se primeiramente com Deus – Ser perdoado, remido, redimido.
  2. Abrir mão do direito de sentir-se ofendido. A oração didática do Pai Nosso diz: “Perdoai as nossas dividas assim como nós temos perdoados aqueles que nos tem ofendido.” – O próprio Jesus diz ao interceder por nós cruz: - Pai perdoa porque eles não sabem o que fazem.
  3.  Depois de perdoado (curado) e de renunciar a si mesmo, devemos levar o Evangelho da Paz para reconciliar os homens com Deus.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Discipulado - Ser Perfeito

Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês." Mateus 5:48

Estamos diante de uma ordem do Cristo revelado que conflita diretamente com quem somos. Ser perfeito é não ter defeito. Defeito é distorção, é existir sem Deus como padrão. É romper com aquele por quem emana toda PERFEIÇÃO. Então, somos imperfeitos na raiz porque o pecado nos faz romper com o Criador que é nosso padrão.

Observe que a ordem é para que a gente se torne, mas não é uma afirmação dizendo que a gente é. Deus sabe que nenhum de nós chegará ao fim das nossas vidas sem defeito. O sentido aqui é nos ensinar onde está a fonte de nossa perfeição.

Devemos ler esta proposição de Cristo entendendo o sentido completo de todo capítulo de Mateus cinco. Ele está ensinando sobre um conjunto de princípios, incluindo amar os inimigos e orar pelos que perseguem. Ou seja, a proposta está relacionada a ouvir os ensinamentos de Jesus para compreender esta ordem de ser Perfeito.

O texto ensina valores profundos que se aplicados em nossa vida diária seríamos perfeitos, tão perfeitos que em relação ao padrão distorcido humano seríamos chamados de “tolos”.

Estes ensinamentos estão relacionados ao próximo e na ótica Bíblica de Jesus, o próximo não é apenas o conterrâneo ou vizinho ou amigo legal, mas pessoas que não são tão agradáveis e que podem até ser inimigas por alguma rivalidade ou ato ofensivo.

Pelo contexto, parece que os judeus confundiam o entendimento de quem verdadeiramente era o seu próximo, entendendo que podiam até odiar pessoas. Você não vê na Escritura nenhum ensinamento ensinando a odiar pessoas, mas eles concluíam seguindo um sentido literal e associando que quem pratica o mal é o próprio mal.

Enfim, não é este o ensinamento de Cristo. Devemos ter em mente que uma coisa é odiar o mal outro é odiar quem pratica tal ato. Jesus está ensinando neste texto que devemos amar os inimigos e orar por aqueles que nos perseguem, e que deste modo seremos filhos de Deus. A pergunta é por quê? Porque Deus faz isto. Ele ama quem o odeia e intercede por aqueles que o persegue.

A oração do Pai nosso no capítulo 6 de Mateus ensina que a forma de recebermos o perdão é estarmos perdoando os nossos ofensores. Não existe dívida maior do que a que tínhamos com Deus, entretanto Ele nos perdoou. Na ótica do Autor da Vida, quem recebeu o benefício do Perdão também deve compartilhar o benefício do Perdão.

Este ensinamento do texto de Mateus nos coloca diante de uma forte mudança de mentalidade, pois podemos entender que com esta ordem de Jesus nós não devemos conformar com a imperfeição humana. Conformar na Bíblia tem o sentido de se amoldar, acostumar. E é exatamente isso que fazemos, aceitamos o padrão deste mundo.

Jesus é exata expressão de Deus, a exata expressão da Perfeição. A medida do Varão Perfeito. A promessa é que se guiados pelo Espírito, todos chegaremos a Unidade da Fé, a medida de Jesus. Se formos guiados pelo Espírito, teremos a nosso disposição o Perfeito Filo de Deus morando em nós e influenciado diretamente nossas atitudes. A perfeição pode ser vista em nós, quando agimos como Jesus em cada oportunidade que surge. Em cada situação onde alguém se faz inimigo. 

A bíblia diz: Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.

Que Deus nos conceda esta revelação e força para praticá-la. Em Jesus.